O Índice Bovespa voltou a realizar forte
fechando a sessão perdendo a sustentação
dada pela LTA de curto prazo. Com isso, vai
se aproximando de uma importante região de
suporte nos 65.460 pontos, que se for perdida
comprometerá de vez a tendência de alta de
curto prazo fazendo com que a tendência de
baixa de médio prazo volte a imperar sobre o
gráfico diário rumo aos 64.000. No campo
superior, temos importante resistências
intradiárias em 66.593 e 67.020, que podem
definir o quadro de repique para o dia com
destino aos 67.410 (forte), região onde começa
a afastar o perigo de novas precipitações na
venda.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
O Índice Bovespa voltou a realizar pela 2a
vez consecutiva perdendo o suporte (região
bipolar) nos 68.200 pontos fechando a sessão
enroscado nos 68.100 pontos. Tem espaço
para mais queda até os 67.500 sem
comprometer em nada a bela configuração de
alta. É possível acreditar que a zona
compreendida entre os 68.100 e 67.500 seja
importante para buscarmos novas operações
na compra visando uma retomada na
tendência de alta, cujos objetivos são 69.000,
quiçá os 70.000 e 71.190, na sequência. O
volume fraco de giro reafirma que o Ibovespa,
realiza as altas anteriores, mas sem
sinalização de reversão de tendência.
vez consecutiva perdendo o suporte (região
bipolar) nos 68.200 pontos fechando a sessão
enroscado nos 68.100 pontos. Tem espaço
para mais queda até os 67.500 sem
comprometer em nada a bela configuração de
alta. É possível acreditar que a zona
compreendida entre os 68.100 e 67.500 seja
importante para buscarmos novas operações
na compra visando uma retomada na
tendência de alta, cujos objetivos são 69.000,
quiçá os 70.000 e 71.190, na sequência. O
volume fraco de giro reafirma que o Ibovespa,
realiza as altas anteriores, mas sem
sinalização de reversão de tendência.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Petrobrás
O papel voltou a trabalhar abaixo do suporte nos 28,26 além de perder a LTA de curto prazo, iniciada dia 9/02.
O quadro não é dos melhores no papel e são maiores as chances de mais queda rumo aos 28,00, quiçá os 27,65,
antes do suporte mais forte nos 27,30. Bandas de bollinger começam a se abrir levemente depois de serem
pressionadas para baixo e a perda recente do topo duplo nos 28,25 intensifica o padrão. Aliviará a pressão
vendedora se voltar a trabalhar acima dos 28,42, onde deverá partir para mais uma tentativa de rompimento
dos 28,85. Stop nos 28,00.
O quadro não é dos melhores no papel e são maiores as chances de mais queda rumo aos 28,00, quiçá os 27,65,
antes do suporte mais forte nos 27,30. Bandas de bollinger começam a se abrir levemente depois de serem
pressionadas para baixo e a perda recente do topo duplo nos 28,25 intensifica o padrão. Aliviará a pressão
vendedora se voltar a trabalhar acima dos 28,42, onde deverá partir para mais uma tentativa de rompimento
dos 28,85. Stop nos 28,00.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
O Índice Bovespa vai completando seu 6º dia
consecutivo de alta e vai sinalizando
enfraquecimento do rally de alta depois de
fechar o dia com um spinning stop. É um
candle que dá um banho de água fria nos
compradores e pode formar um padrão de
topo, se testar e perder o suporte deixado nos
69.460, onde abre espaço para buscar os
69.000, quiçá os 68.500 sem comprometer em
absolutamente nada a bela configuração de
alta de curto prazo. No campo superior, as
projeções continuam sendo as mesmas nos
71.190, entretanto, há a necessidade de
rompimento dos 70.046 para anular o candle
deixado ontem. OBV segue nas máximas
mantendo o viés positivo.
consecutivo de alta e vai sinalizando
enfraquecimento do rally de alta depois de
fechar o dia com um spinning stop. É um
candle que dá um banho de água fria nos
compradores e pode formar um padrão de
topo, se testar e perder o suporte deixado nos
69.460, onde abre espaço para buscar os
69.000, quiçá os 68.500 sem comprometer em
absolutamente nada a bela configuração de
alta de curto prazo. No campo superior, as
projeções continuam sendo as mesmas nos
71.190, entretanto, há a necessidade de
rompimento dos 70.046 para anular o candle
deixado ontem. OBV segue nas máximas
mantendo o viés positivo.
terça-feira, 5 de abril de 2011
O Índice Bovespa vai completando sua 5ª alta
consecutiva conquistando seu objetivo de curto
prazo nos 69.550 pontos. Segue dando
continuidade a sua tendência de alta e vem
para buscar a resistência as de enrosco nos
70.000 e 70.500 (LTB de origem dia
4/11/2010), que se for rompida abre um range
maior na compra rumo aos 71.190. Devido as
fortes puxadas, podemos perceber que há
espaço para alguma realização de curto prazo,
nem que seja apenas no intraday. Portanto,
convém ficar ligado no suporte em 69.100, pois
a perda deste ponto abre um range maior na
venda rumo aos 68.760, quiçá os 68.390 sem
comprometer em nada a bela configuração de
alta dada pelo gráfico diário.
consecutiva conquistando seu objetivo de curto
prazo nos 69.550 pontos. Segue dando
continuidade a sua tendência de alta e vem
para buscar a resistência as de enrosco nos
70.000 e 70.500 (LTB de origem dia
4/11/2010), que se for rompida abre um range
maior na compra rumo aos 71.190. Devido as
fortes puxadas, podemos perceber que há
espaço para alguma realização de curto prazo,
nem que seja apenas no intraday. Portanto,
convém ficar ligado no suporte em 69.100, pois
a perda deste ponto abre um range maior na
venda rumo aos 68.760, quiçá os 68.390 sem
comprometer em nada a bela configuração de
alta dada pelo gráfico diário.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Agência eleva nota de risco do Brasil
MARIANA SCHREIBER
DE SÃO PAULO
A agência de classificação de risco Fitch Ratings elevou a nota soberana de crédito do Brasil nesta segunda-feira de BBB- para BBB. É a primeira elevação desde maio de 2008, quando a Fitch reconheceu o Brasil como grau de investimento -- espécie de selo de segurança para quem investe em títulos do país. Faltam ainda oito níveis para o nível máximo da agências, AAA.
Segunda a Fitch, a elevação da nota do Brasil reflete a elevação da capacidade de crescimento sustentável do Brasil para algo entre 4% e 5%. Para 2011, a agência projeta expansão de 4%.
A agência também destaca que a transição de governo do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva para a presidente Dilma Rousseff foi suave, com manutenção do consenso sobre a responsabilidade macroeconômica.
Além disso, destaca o relatório da Fitch, a nova administração tem mostrado sinais de maior contenção dos gastos públicos, que, juntamente com as perspectivas de crescimento saudável, deve permitir uma melhora da dívida pública.
"A trajetória de crescimento do Brasil a médio prazo deve se manter relativamente forte devido à dinâmica de consumo doméstico, que são sustentados pela diversidade econômica do país, uma grande e crescente classe média e um ciclo positivo de investimento", disse Shelly Shetty, diretora sênior e chefe de notas soberanos da América Latina na Fitch.
DE SÃO PAULO
A agência de classificação de risco Fitch Ratings elevou a nota soberana de crédito do Brasil nesta segunda-feira de BBB- para BBB. É a primeira elevação desde maio de 2008, quando a Fitch reconheceu o Brasil como grau de investimento -- espécie de selo de segurança para quem investe em títulos do país. Faltam ainda oito níveis para o nível máximo da agências, AAA.
Segunda a Fitch, a elevação da nota do Brasil reflete a elevação da capacidade de crescimento sustentável do Brasil para algo entre 4% e 5%. Para 2011, a agência projeta expansão de 4%.
A agência também destaca que a transição de governo do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva para a presidente Dilma Rousseff foi suave, com manutenção do consenso sobre a responsabilidade macroeconômica.
Além disso, destaca o relatório da Fitch, a nova administração tem mostrado sinais de maior contenção dos gastos públicos, que, juntamente com as perspectivas de crescimento saudável, deve permitir uma melhora da dívida pública.
"A trajetória de crescimento do Brasil a médio prazo deve se manter relativamente forte devido à dinâmica de consumo doméstico, que são sustentados pela diversidade econômica do país, uma grande e crescente classe média e um ciclo positivo de investimento", disse Shelly Shetty, diretora sênior e chefe de notas soberanos da América Latina na Fitch.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Você Tem Medo de Ações? Pense Novamente.
Você Tem Medo de Ações? Pense Novamente.
A maioria dos leitores deve achar uma maluquice as seguidas oscilações nas bolsas de valores. "Prefiro aplicar em imóveis, é mais seguro." "Bolsa é para quem tem estômago, meu negócio é fundo DI." "Bolsa de valores é um mercado de risco, estou fora." Felizmente, a verdade é outra.
Todo dia, menos de 1% das ações é transacionado na bolsa. Na próxima vez em que você ler que "a bolsa cai 10% num dia de intenso nervosismo", lembre-se de que 99% dos investidores nem tomaram conhecimento.
A maioria não vendeu suas posições, só os apavorados o fizeram.
Nem o 1% que vendeu em pânico necessariamente perdeu dinheiro, muito menos 10%.
Quem comprou ações dois anos atrás vendeu-as com lucro, mesmo que tenham caído no dia exato da venda. Portanto, por que tanta comoção?
Se, em vez de ações na bolsa, você tivesse comprado um flat service num bairro qualquer, um quadro do Scliar ou um livro raro de Camões, você nem saberia quanto o valor desses objetos oscilou nesse "dia de intenso nervosismo".
Provavelmente, os preços desses objetos permaneceram na mesma, simplesmente porque ninguém comprou algo parecido no dia.
Na próxima crise financeira, tente vender seu apartamento, seu quadro, ou seu livro raro em cinco minutos, como se faz na Bolsa de Valores de São Paulo.
Você simplesmente não vai conseguir.
Não há Bolsa de Livros Raros, nem de Quadros Famosos, nem Bolsa de Flat Services com movimentação e preços diários.
Se você realmente precisar de dinheiro, provavelmente um corretor poderá vender o que você quer com 30% de desconto, anunciando o que se chama de galinha-morta.
O jornalismo econômico comete enorme injustiça com o mercado de ações.
Só porque a Bolsa de Valores é transparente, divulga tudo on-line, tem preços Minuto a Minuto, o que permite que os jornalistas tenham assunto todo dia, ela é retrada como vilão.
Isso não ocorre no setor de imóveis, de quadros, nem no de livros raros, que acabam parecendo muito mais seguros do que realmente são.
"Imóveis e quadros raros despencam 30% em dia de muito nervosismo, bolsa de valores tem queda muito menor" é uma manchete que nunca é publicada. Quadros, livros e imóveis ilíquidos num dia de nervosismo valem zero para quem precisa desesperadamente de dinheiro, mas isso ninguém divulga.
Como todo administrador financeiro saberá lhe explicar, o que varia de fato de um dia para outro é o preço que você paga para ter liquidez imediata.
O valor da Vale do Rio Doce não despencou 10%, ela continua valendo a mesma coisa, talvez 0,1% a menos nunca 10%.
Em dias de "intenso nervosismo", é o preço por liquidez que aumenta, não é o preço da ação que cai.
Você poderia ganhar fortunas comprando nessas horas, oferecendo liquidez a gringos apavorados, mas, se você é levado a acreditar que o mundo está despencando, provavelmente sairá vendendo também.
Em dias de "intenso nervosismo", o preço por liquidez poderá ir para 10% do valor da ação e 30% do valor do imóvel.
Só que 99% das pessoas se recusam a pagar esse preço por liquidez – preferem esperar que as coisas se acalmem, no que fazem muito bem.
O que ninguém noticia nessas horas de "intenso nervosismo" é que todo dia metade das pessoas está comprando o que a outra metade está vendendo.
A metade otimista compra da metade pessimista. Se incluirmos os 99% que continuam com suas ações, mostrando portanto certo otimismo com relação ao futuro, todo dia tem muito mais otimistas por aí do que pessimistas.
Na próxima vez em que você ouvir um comentário de que a bolsa é um mercado de risco, pense duas vezes.
A volatilidade da bolsa é bem menor que a dos imóveis, quadros e livros raros, justamente porque tem sempre alguém comprando, mesmo durante uma crise.
Do ponto de vista financeiro, a volatilidade de algo invendável num dia de "intenso nervosismo" é 100%, mas eu concordo que essa posição é um tanto polêmica, e nem todos irão concordar.
Meu ponto, porém, é outro: não é justo considerar alguns mercados "voláteis" somente porque permitem ao comprador vender tudo em questão de minutos, o que não ocorre com quadros, imóveis nem livros raros.
Ações de terceira linha também não têm liquidez imediata, e investidores dessas ações esperam dias melhores, como fazem os de imóveis e livros raros.
Mas isso não significa que sejam menos voláteis, simplesmente significa que nesses outros mercados não há cotações nem negócios realizados para virar manchete de jornal.
A maioria dos leitores deve achar uma maluquice as seguidas oscilações nas bolsas de valores. "Prefiro aplicar em imóveis, é mais seguro." "Bolsa é para quem tem estômago, meu negócio é fundo DI." "Bolsa de valores é um mercado de risco, estou fora." Felizmente, a verdade é outra.
Todo dia, menos de 1% das ações é transacionado na bolsa. Na próxima vez em que você ler que "a bolsa cai 10% num dia de intenso nervosismo", lembre-se de que 99% dos investidores nem tomaram conhecimento.
A maioria não vendeu suas posições, só os apavorados o fizeram.
Nem o 1% que vendeu em pânico necessariamente perdeu dinheiro, muito menos 10%.
Quem comprou ações dois anos atrás vendeu-as com lucro, mesmo que tenham caído no dia exato da venda. Portanto, por que tanta comoção?
Se, em vez de ações na bolsa, você tivesse comprado um flat service num bairro qualquer, um quadro do Scliar ou um livro raro de Camões, você nem saberia quanto o valor desses objetos oscilou nesse "dia de intenso nervosismo".
Provavelmente, os preços desses objetos permaneceram na mesma, simplesmente porque ninguém comprou algo parecido no dia.
Na próxima crise financeira, tente vender seu apartamento, seu quadro, ou seu livro raro em cinco minutos, como se faz na Bolsa de Valores de São Paulo.
Você simplesmente não vai conseguir.
Não há Bolsa de Livros Raros, nem de Quadros Famosos, nem Bolsa de Flat Services com movimentação e preços diários.
Se você realmente precisar de dinheiro, provavelmente um corretor poderá vender o que você quer com 30% de desconto, anunciando o que se chama de galinha-morta.
O jornalismo econômico comete enorme injustiça com o mercado de ações.
Só porque a Bolsa de Valores é transparente, divulga tudo on-line, tem preços Minuto a Minuto, o que permite que os jornalistas tenham assunto todo dia, ela é retrada como vilão.
Isso não ocorre no setor de imóveis, de quadros, nem no de livros raros, que acabam parecendo muito mais seguros do que realmente são.
"Imóveis e quadros raros despencam 30% em dia de muito nervosismo, bolsa de valores tem queda muito menor" é uma manchete que nunca é publicada. Quadros, livros e imóveis ilíquidos num dia de nervosismo valem zero para quem precisa desesperadamente de dinheiro, mas isso ninguém divulga.
Como todo administrador financeiro saberá lhe explicar, o que varia de fato de um dia para outro é o preço que você paga para ter liquidez imediata.
O valor da Vale do Rio Doce não despencou 10%, ela continua valendo a mesma coisa, talvez 0,1% a menos nunca 10%.
Em dias de "intenso nervosismo", é o preço por liquidez que aumenta, não é o preço da ação que cai.
Você poderia ganhar fortunas comprando nessas horas, oferecendo liquidez a gringos apavorados, mas, se você é levado a acreditar que o mundo está despencando, provavelmente sairá vendendo também.
Em dias de "intenso nervosismo", o preço por liquidez poderá ir para 10% do valor da ação e 30% do valor do imóvel.
Só que 99% das pessoas se recusam a pagar esse preço por liquidez – preferem esperar que as coisas se acalmem, no que fazem muito bem.
O que ninguém noticia nessas horas de "intenso nervosismo" é que todo dia metade das pessoas está comprando o que a outra metade está vendendo.
A metade otimista compra da metade pessimista. Se incluirmos os 99% que continuam com suas ações, mostrando portanto certo otimismo com relação ao futuro, todo dia tem muito mais otimistas por aí do que pessimistas.
Na próxima vez em que você ouvir um comentário de que a bolsa é um mercado de risco, pense duas vezes.
A volatilidade da bolsa é bem menor que a dos imóveis, quadros e livros raros, justamente porque tem sempre alguém comprando, mesmo durante uma crise.
Do ponto de vista financeiro, a volatilidade de algo invendável num dia de "intenso nervosismo" é 100%, mas eu concordo que essa posição é um tanto polêmica, e nem todos irão concordar.
Meu ponto, porém, é outro: não é justo considerar alguns mercados "voláteis" somente porque permitem ao comprador vender tudo em questão de minutos, o que não ocorre com quadros, imóveis nem livros raros.
Ações de terceira linha também não têm liquidez imediata, e investidores dessas ações esperam dias melhores, como fazem os de imóveis e livros raros.
Mas isso não significa que sejam menos voláteis, simplesmente significa que nesses outros mercados não há cotações nem negócios realizados para virar manchete de jornal.
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