Agenda do investidor para esta sexta-feira
Hoje os investidores voltam sua atenção principal ao mercado norte-americano. No Brasil a FGV divulga a Sondagem da Indústria que fornece indicações sobre o estado geral da economia nacional e suas tendências. Nos Estados Unidos o Departamento do Trabalho apresenta o Índice de Custos Trabalhistas do terceiro trimestre deste ano. O Departamento do Comércio divulga a prévia do PIB do terceiro trimestre de 2010. Será divulgado o PMI Chicago (Purchase Managers Index) que mede o nível de atividade industrial nos Estados Unidos. A Universidade de Michigan apresenta o Sentimento do Consumidor para o mês de outubro, índice que revela a confiança e expectativa do consumidor em relação à economia em geral.
Petrobras: Reserva gigante poderá ser anunciada hoje
A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) deverá anunciar hoje as reservas prováveis do campo de Libra, camada pré-sal da Bacia de Santos. Estimativas iniciais apontam reservas mínimas entre 8 e 12 bilhões de barris de petróleo, o que colocaria o poço em posição equivalente ou acima das reservas encontradas em Tupi. Com a perspectiva do anúncio, as ações da Petrobras que rumavam para um dia de queda ontem, conseguiram vencer o preço de fechamento do dia anterior, enquanto o índice Ibovespa fechava em baixa de 0,35%. O anúncio é importante para a Petrobras porque a empresa é única operadora do pré-sal, sendo detentora de 30% das reservas do poço de Libra, caso seja aprovado o novo marco regulatório do setor petrolífero.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Resumo do Pregão
Bolsa norte-americana fecha com principais índices em direções opostas. Apesar de dados
positivos do mercado de trabalho, forte realização de lucros e sentimento de que o novo
pacote de estímulos do Fed possa não ter impacto tão grande no mercado pressionam os
índices. Os novos pedidos de auxílio desemprego caíram inesperadamente ao menor nível
em três meses. O número total de pessoas recebendo o seguro assim como aquelas que
pediram extensão do benefício também diminuiu. O Dow Jones operou em alta durante
somente a primeira hora do pregão, passando o resto do dia em queda e fechando com
perdas de 0,15%. O S&P alternou entre períodos de alta e baixa, fechando com ganhos de
0,10%. Por aqui, com agenda fraca, o mercado refletiu a repercussão de balanços divulgados
entre ontem e hoje e a expectativa dos números trimestrais, a serem divulgados após o fim
do pregão. O Ibovespa teve comportamento semelhante ao S&P, fechando em queda de
0,35%.
Bolsa norte-americana fecha com principais índices em direções opostas. Apesar de dados
positivos do mercado de trabalho, forte realização de lucros e sentimento de que o novo
pacote de estímulos do Fed possa não ter impacto tão grande no mercado pressionam os
índices. Os novos pedidos de auxílio desemprego caíram inesperadamente ao menor nível
em três meses. O número total de pessoas recebendo o seguro assim como aquelas que
pediram extensão do benefício também diminuiu. O Dow Jones operou em alta durante
somente a primeira hora do pregão, passando o resto do dia em queda e fechando com
perdas de 0,15%. O S&P alternou entre períodos de alta e baixa, fechando com ganhos de
0,10%. Por aqui, com agenda fraca, o mercado refletiu a repercussão de balanços divulgados
entre ontem e hoje e a expectativa dos números trimestrais, a serem divulgados após o fim
do pregão. O Ibovespa teve comportamento semelhante ao S&P, fechando em queda de
0,35%.
Agenda do investidor para esta quinta-feira
No Brasil a FGV (Fundação Getulio Vargas) divulga seu IGP-M, índice mensal comumente utilizado para a correção de contratos de aluguel e tarifas de energia elétrica. O Banco Central apresenta a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) com as justificativas da manutenção da taxa de juros Selic. Nos EUA o Departamento do Trabalho divulga os números de Pedidos de Seguro-Desemprego mais recentes.
Vale: Lucro dispara em mais de 250%, investidores correm para as ações
Após o fechamento do mercado ontem a Vale publicou os esperados resultados referentes ao terceiro trimestre de 2010. Conforme antecipado pelo mercado o lucro líquido da empresa deu um salto de 253% em relação ao mesmo período de 2009, acumulando R$ 10,5 bilhões no trimestre, recorde histórico. Os principais analistas do mercado já vinham recomendando as ações da empresa desde a metade do ano, contando com as perspectivas de bons resultados. A empresa credita o resultado principalmente ao aumento dos preços do minério de ferro pelo novo sistema de reajustes trimestrais, implantado desde o segundo trimestre deste ano. Os executivos da mineradora estão otimistas com as perspectivas para o ano que vem e acreditam que a China será cada vez mais importante para a contribuição dos resultados da empresa. No after-market, tanto as ações brasileiras como ADRs na bolsa de Nova York, registraram alta demonstrando o renovado interesse dos investidores nos papéis.
No Brasil a FGV (Fundação Getulio Vargas) divulga seu IGP-M, índice mensal comumente utilizado para a correção de contratos de aluguel e tarifas de energia elétrica. O Banco Central apresenta a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) com as justificativas da manutenção da taxa de juros Selic. Nos EUA o Departamento do Trabalho divulga os números de Pedidos de Seguro-Desemprego mais recentes.
Vale: Lucro dispara em mais de 250%, investidores correm para as ações
Após o fechamento do mercado ontem a Vale publicou os esperados resultados referentes ao terceiro trimestre de 2010. Conforme antecipado pelo mercado o lucro líquido da empresa deu um salto de 253% em relação ao mesmo período de 2009, acumulando R$ 10,5 bilhões no trimestre, recorde histórico. Os principais analistas do mercado já vinham recomendando as ações da empresa desde a metade do ano, contando com as perspectivas de bons resultados. A empresa credita o resultado principalmente ao aumento dos preços do minério de ferro pelo novo sistema de reajustes trimestrais, implantado desde o segundo trimestre deste ano. Os executivos da mineradora estão otimistas com as perspectivas para o ano que vem e acreditam que a China será cada vez mais importante para a contribuição dos resultados da empresa. No after-market, tanto as ações brasileiras como ADRs na bolsa de Nova York, registraram alta demonstrando o renovado interesse dos investidores nos papéis.
Art. 1º As companhias abertas devem divulgar, em nota explicativa específica, informações qualitativas e quantitativas sobre todos os seus instrumentos financeiros derivativos, reconhecidos ou não como ativo ou passivo em seu balanço patrimonial.
§ 1º As notas explicativas de que trata o caput devem ser verdadeiras, completas e consistentes.
§ 2º As notas explicativas de que trata o caput devem ser escritas em linguagem clara, objetiva e concisa.
§ 3º As notas explicativas de que trata o caput devem permitir aos usuários avaliarem a relevância dos derivativos para a posição financeira e os resultados da companhia, bem como a natureza e extensão dos riscos associados a tais instrumentos.
§ 4º Sempre que possível as informações quantitativas da nota explicativa de que trata o caput devem ser apresentadas em forma de tabela observando, no que for aplicável, o modelo constante do Anexo I.
§ 5º Devem ser divulgados, ainda, quaisquer outros dados necessários para que os usuários das informações trimestrais tenham condições de avaliar as informações quantitativas divulgadas.
Art. 2º Para fins desta Deliberação, são considerados instrumentos financeiros derivativos quaisquer contratos que gerem ativos e passivos financeiros para suas partes, independente do mercado em que sejam negociados ou registrados ou da forma de realização, desde que possuam concomitantemente as seguintes características:
§ 1º As notas explicativas de que trata o caput devem ser verdadeiras, completas e consistentes.
§ 2º As notas explicativas de que trata o caput devem ser escritas em linguagem clara, objetiva e concisa.
§ 3º As notas explicativas de que trata o caput devem permitir aos usuários avaliarem a relevância dos derivativos para a posição financeira e os resultados da companhia, bem como a natureza e extensão dos riscos associados a tais instrumentos.
§ 4º Sempre que possível as informações quantitativas da nota explicativa de que trata o caput devem ser apresentadas em forma de tabela observando, no que for aplicável, o modelo constante do Anexo I.
§ 5º Devem ser divulgados, ainda, quaisquer outros dados necessários para que os usuários das informações trimestrais tenham condições de avaliar as informações quantitativas divulgadas.
Art. 2º Para fins desta Deliberação, são considerados instrumentos financeiros derivativos quaisquer contratos que gerem ativos e passivos financeiros para suas partes, independente do mercado em que sejam negociados ou registrados ou da forma de realização, desde que possuam concomitantemente as seguintes características:
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Agenda do investidor para esta quarta-feira
No Brasil será divulgada a Sondagem de Expectativas do Consumidor de outubro pela Fundação Getulio Vargas, índice que mede através de questionários a famílias as principais capitais do Brasil sobre situação econômica do país e da família, orçamento doméstico, grau de dificuldade de encontrar trabalho e intenções de compras de bens de alto valor. Nos EUA a Associação de Bancos de Hipoteca divulga os números de Pedidos de Hipoteca com referência semanal. O Departamento do Comércio divulga o número das Vendas de Imóveis Novos e os Pedidos de Bens Duráveis, indicando o nível de atividade da indústria norte-americana. O Departamento de Energia divulga o Estoque Semanal de Petróleo.
Petrobras em alta: Analistas avaliam continuação da tendência
Num dia sem muitas oscilações nos mercados mundiais ontem, a bolsa brasileira foi destaque de alta. Fechando em 70.740 pontos, alta de 1,67%, os investidores devem agradecer em grande parte a uma empresa: Petrobras. As ações preferenciais e ordinárias da petrolífera subiram 5,37% e 4,36% respectivamente. Como seu peso no índice Ibovespa é grande, um movimento desses ajuda a ofuscar as quedas de outros papéis que compõem o índice. A alta teve início logo nos primeiros minutos de pregão e perdurou com força até o fechamento. Entretanto os analistas atentam para a composição geral do papel, que ainda apresenta tendência de queda. O investidor deve ficar atento a mais próxima resistência de preços aos R$ 26,65 nas ações preferências, as de mais liquidez da empresa.
No Brasil será divulgada a Sondagem de Expectativas do Consumidor de outubro pela Fundação Getulio Vargas, índice que mede através de questionários a famílias as principais capitais do Brasil sobre situação econômica do país e da família, orçamento doméstico, grau de dificuldade de encontrar trabalho e intenções de compras de bens de alto valor. Nos EUA a Associação de Bancos de Hipoteca divulga os números de Pedidos de Hipoteca com referência semanal. O Departamento do Comércio divulga o número das Vendas de Imóveis Novos e os Pedidos de Bens Duráveis, indicando o nível de atividade da indústria norte-americana. O Departamento de Energia divulga o Estoque Semanal de Petróleo.
Petrobras em alta: Analistas avaliam continuação da tendência
Num dia sem muitas oscilações nos mercados mundiais ontem, a bolsa brasileira foi destaque de alta. Fechando em 70.740 pontos, alta de 1,67%, os investidores devem agradecer em grande parte a uma empresa: Petrobras. As ações preferenciais e ordinárias da petrolífera subiram 5,37% e 4,36% respectivamente. Como seu peso no índice Ibovespa é grande, um movimento desses ajuda a ofuscar as quedas de outros papéis que compõem o índice. A alta teve início logo nos primeiros minutos de pregão e perdurou com força até o fechamento. Entretanto os analistas atentam para a composição geral do papel, que ainda apresenta tendência de queda. O investidor deve ficar atento a mais próxima resistência de preços aos R$ 26,65 nas ações preferências, as de mais liquidez da empresa.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Agenda do investidor para esta terça-feira
Hoje a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) divulga o IPC (Índice de Preços ao Consumidor), índice que mede a variação de preços para o consumidor na cidade de São Paulo com base nos gastos de quem ganha de um a vinte salários mínimos. Nos EUA a S&P divulga o Índice S&P/Case-Shiller referente ao mercado imobiliário residencial norte-americano. A Conference Board divulga a Confiança do Consumidor, índice que mede, por meio de entrevistas, a situação econômica atual e expectativa para o futuro próximo.
O que vem por aí: Inflação pode sair do controle antecipam economistas
O banco central norte-americano terá uma decisão difícil a fazer na semana que vem. Com a pressão do mercado financeiro e estagnação nos indicadores econômicos como crescimento e desemprego, o FED provavelmente irá acionar mais uma vez a máquina de impressão e injetará, segundo estimativas iniciais dos analistas, em torno de US$ 500 bilhões na economia dos EUA a partir das próximas semanas. A intenção do governo norte-americano é aumentar a taxa de inflação e reduzir o custo real dos empréstimos, tentando dessa forma empurrar o consumidor de volta às compras. Outra conseqüência seria a desvalorização do dólar em relação às moedas mundiais, barateando os produtos norte-americanos e alavancando as exportações. Entretanto os economistas começam a se voltar contra esse tipo de estímulo temendo uma volta da espiral inflacionária que acometeu o país no final da década de 70. Na época o problema do país foi chamado de estagflação, situação econômica em que imperavam altas taxas de desemprego e inflação.
Hoje a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) divulga o IPC (Índice de Preços ao Consumidor), índice que mede a variação de preços para o consumidor na cidade de São Paulo com base nos gastos de quem ganha de um a vinte salários mínimos. Nos EUA a S&P divulga o Índice S&P/Case-Shiller referente ao mercado imobiliário residencial norte-americano. A Conference Board divulga a Confiança do Consumidor, índice que mede, por meio de entrevistas, a situação econômica atual e expectativa para o futuro próximo.
O que vem por aí: Inflação pode sair do controle antecipam economistas
O banco central norte-americano terá uma decisão difícil a fazer na semana que vem. Com a pressão do mercado financeiro e estagnação nos indicadores econômicos como crescimento e desemprego, o FED provavelmente irá acionar mais uma vez a máquina de impressão e injetará, segundo estimativas iniciais dos analistas, em torno de US$ 500 bilhões na economia dos EUA a partir das próximas semanas. A intenção do governo norte-americano é aumentar a taxa de inflação e reduzir o custo real dos empréstimos, tentando dessa forma empurrar o consumidor de volta às compras. Outra conseqüência seria a desvalorização do dólar em relação às moedas mundiais, barateando os produtos norte-americanos e alavancando as exportações. Entretanto os economistas começam a se voltar contra esse tipo de estímulo temendo uma volta da espiral inflacionária que acometeu o país no final da década de 70. Na época o problema do país foi chamado de estagflação, situação econômica em que imperavam altas taxas de desemprego e inflação.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
No Brasil a Fundação Getulio Vargas divulga o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor ? Semanal). O Banco Central divulga o Relatório Focus e o Ministério do Desenvolvimento apresenta a Balança Comercial da semana. Nos EUA o Departamento do Comércio divulga as Vendas de Imóveis Usados de setembro.
CÂMBIO: Dólar rompe os U$ 1,70 e valorização do Real pode estar chegando ao fim
"Tanto bate até que fura", com essa expressão de um especialista do mercado definimos o andar do câmbio brasileiro na semana anterior. Após sofrer durante um bom tempo com a moeda rondando os R$ 1,64, refletindo até mesmo na queda das exportações como vimos no fechamento do fluxo cambial de setembro deste ano, finalmente as intervenções do Banco Central elevando mais uma vez o IOF pelo nosso estimado presidente Henrique Meireles.Ecodiesel dispara novamente: Alta de mais de 40% ainda é possível
Os papéis da Brasil Ecodiesel dispararam mais uma vez na última sexta-feira com renovação dos rumores de venda. Conforme publicado na ADVFN Newsletter da última quinta-feira a Ecodiesel estava sendo cortejada por algumas empresas do setor para uma possível venda de participação. Na sexta-feira nos últimos minutos de pregão uma notícia do Portal Exame fez a cotação da empresa explodir. Fechando em R$ 1,27, alta de mais de 17% em relação ao dia anterior (contando o after-market) o site afirma que a empresa e a Maeda Agroindustrial irão se fundir, criando uma das maiores empresas agrícolas do mundo. A Maeda foi adquirida este ano pelo empresário espanhol Enrique Bañuelos, famoso no Brasil pela consolidação no setor imobiliário, unindo a Agra, Abyara e Klabin Segall na Agre. É possível que a Maeda siga o mesmo caminho trilhado anteriormente por Bañuelos. A publicação ainda estima em R$ 1,80 o preço por ação condicionado na negociação.
CÂMBIO: Dólar rompe os U$ 1,70 e valorização do Real pode estar chegando ao fim
"Tanto bate até que fura", com essa expressão de um especialista do mercado definimos o andar do câmbio brasileiro na semana anterior. Após sofrer durante um bom tempo com a moeda rondando os R$ 1,64, refletindo até mesmo na queda das exportações como vimos no fechamento do fluxo cambial de setembro deste ano, finalmente as intervenções do Banco Central elevando mais uma vez o IOF pelo nosso estimado presidente Henrique Meireles.Ecodiesel dispara novamente: Alta de mais de 40% ainda é possível
Os papéis da Brasil Ecodiesel dispararam mais uma vez na última sexta-feira com renovação dos rumores de venda. Conforme publicado na ADVFN Newsletter da última quinta-feira a Ecodiesel estava sendo cortejada por algumas empresas do setor para uma possível venda de participação. Na sexta-feira nos últimos minutos de pregão uma notícia do Portal Exame fez a cotação da empresa explodir. Fechando em R$ 1,27, alta de mais de 17% em relação ao dia anterior (contando o after-market) o site afirma que a empresa e a Maeda Agroindustrial irão se fundir, criando uma das maiores empresas agrícolas do mundo. A Maeda foi adquirida este ano pelo empresário espanhol Enrique Bañuelos, famoso no Brasil pela consolidação no setor imobiliário, unindo a Agra, Abyara e Klabin Segall na Agre. É possível que a Maeda siga o mesmo caminho trilhado anteriormente por Bañuelos. A publicação ainda estima em R$ 1,80 o preço por ação condicionado na negociação.
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