Lucro da AmBev recua 7% por maiores custos e despesas; Berlusconi diz que não
voltará a se candidatar
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Lucro da BM&FBovespa cai 0,3% no terceiro trimestre
São Paulo - Aqui está o que você precisa saber:
1 - Berlusconi diz que não voltará a se candidatar. Ex-premiê
disse que não vai voltar a disputar o gabinete, em entrevista ao La Stampa. "Chegou
a hora de Alfano, ele será nosso candidato, é realmente bom, melhor que qualquer um
pode pensar, e sua liderança é aceita por todos", afirmou Berlusconi referindo-se a
Angelino Alfano, seu herdeiro político.
2 - Lucro da BM&FBovespa cai 0,3% no 3º trimestre. A bolsa
registrou lucro líquido de R$ 292 milhões no terceiro trimestre, mostrando queda de
0,3% sobre o mesmo período do ano passado. Segundo o relatório de administração que
acompanha o balanço da empresa, a pequena queda no lucro líquido está relacionada ao
aumento de 1,2% nas despesas operacionais e de 13% na linha de imposto de renda e
contribuição social, neste caso consequência do aumento dos diferidos
3 - Lucro da AmBev recua 7% por maiores custos e despesas. A empresa
fechou o terceiro trimestre com lucro líquido de 1,687 bilhão de reais, impactado
por maiores despesas e custos de produtos vendidos. De julho a setembro, a companhia
que integra a maior cervejaria do mundo, a AB InBev, apurou despesas gerais e
administrativas de 1,8 bilhão de reais, aumento anual de 2,3 por cento, decorrente
da inflação e de maiores custos comerciais e logísticos, "parcialmente compensados
por iniciativas de redução de despesas", afirmou a empresa.
4 - BM&FBovespa contrata sistema para integração das clearings. A bolsa assinou um
contrato exclusivo com a empresa de tecnologia sueca Cinnober para licenciamento
perpétuo do TRADExpress RealTime Clearing. Trata-se de um sistema de clearing de
última geração, multimercado, flexível e com capacidade de processamento de
informações e de cálculo de risco em tempo real.
5 - Lucro do HSBC cai e banco fala em cenário global "desafiador". Empresa
teve lucro antes de impostos 36% menor nos três meses terminados em setembro, a US$
3 bilhões. "As condições de operações de corretagem mostraram alguma melhora durante
outubro, mas permanecem muito difíceis, e a contínua turbulência nos mercados
globais pode resultar em maiores riscos", afirmou o banco em nota.
6 - Elétricas vão recorrer da decisão da Aneel. Decisão
reduziu ontem a taxa de remuneração bruta do capital das distribuidoras que atuam
nas regiões Norte e Nordeste.
7 - HRT despenca na bolsa e mercado põe em xeque teoria “go deeper”. As ações da HRT
(HRTP3)
levaram um duro golpe na sessão de terça-feira. Os papéis despencaram 17%, para 750
reais, após a divulgação dos resultados da perfuraçãodo poço exploratório HRT-2 na
bacia do Solimões, na Amazônia. A empresa não encontrou óleo, mas testes
laboratoriais indicaram a existência de hidrocarbonetos líquidos na área chamada de
Uerê. No ano, os papéis acumulam uma desvalorização de 52,8%.
8 - Bolsa de Tóquio tem alta de 1,2% com Europa e China. Mesmo com outra forte queda
das ações da Olympus, o
índice Nikkei 225 avançou 99,93 pontos e fechou aos para 8.755,44 pontos.
9 - Dexia anuncia perdas de € 6,32 bilhões após nacionalização. O banco franco-belga
vendeu sua filial belga ao Estado em troca de 4 bilhões de euros. Em pleno processo
de desmantelamento, a entidade substituiu hoje a publicação habitual de seus
resultados trimestrais por um comunicado no qual informa sua situação financeira.
10 - Itália e Espanha já pagam mais caro que o Brasil para captar recursos. A
diferença entre os títulos de 30 anos do Brasil e a Itália, que foi de 1,69 ponto
percentual em janeiro de 2009 a favor dos italianos se inverteu a 2,3 pontos
percentuais para os brasileiros.
Bônus: Usiminas perde da Gerdau na renda fixa com venda menor de carros.Produção de
automóveis no Brasil
reduz a demanda de aço, afetando os custos de captação da empresa.
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