quarta-feira, 27 de abril de 2011

SELIC: sem mais altas.

Ontem foi o dia que o governo sentenciou: não haverá mais altas na taxa SELIC este ano. O Palácio do Planalto colocou toda a equipe econômica na vitrine para reiterar a mensagem de que, segundo Brasília, já foi feito bastante para controlar a inflação no país. A reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social foi escolhida para mandar o recado para o mercado das intenções do governo.

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, fez uma apresentação bastante concisa sobre todos os passos que o BC já adotou para segurar a inflação, e de fato já foi feito bastante (aumentaram a SELIC, compulsórios, aumento do IOF para crédito e o ajuste fiscal em curso). Mas para além do que já foi feito, o mais importante foi o panorama pintado por Tombini onde a inflação é um fenômeno mundial e que nesta circunstância “até que o Brasil não está tão mal”.

Concordamos com o presidente do Banco Central, é evidente que o mundo passa por um momento excepcional de inflação e esta alta de preços se deve – em grande medida – a política monetária expansionista do FED (em tempo: às 13:30 de hoje o FED irá anunciar a nova taxa de juros, ás 15:15 Ben Bernanke falará à imprensa). Os juros nos EUA devem passar por uma reversão da tendência de queda já neste ano uma vez que os resultados econômicos por lá estão mostrando sinais de força. Hoje foi divulgado os Pedidos de Bens Duráveis e estes avançaram 12,2% YoY, o gráfico abaixo evidencia a retomada.

terça-feira, 19 de abril de 2011

O Índice Bovespa vai dando continuidade a
sua tendência de baixa de médio prazo depois
de fechar a ultima sessão perdendo o suporte
nos 65.460 pontos. Apesar de haver um bom
espaço para repique são maiores as chances
de buscar os 64.000 para completar 100% do
clico de baixa. No campo superior, temos
resistências em 65.630/65.700, que são os
pontos determinantes para autorizar o
Ibovespa iniciar um repique com objetivos
curtos em 66.200 e 66.700, inicialmente no
curto prazo. Cautela ainda permanece.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O Índice Bovespa confirmou a forte região de
suporte dada pelos 66.200/66.050 pontos.
Entretanto, ainda está devendo o rompimento
da resistência imediata nos 67.000 pontos para
voltar para o canal de alta e tentar uma
retomada. As resistências são
R=67.000/67.500. No campo negativo, a perda
dos 66.050 e 65.460, pode desarmar
totalmente a tendência de alta de curto prazo
abrindo caminho para buscar os 64.000
pontos, sem qualquer cerimônia.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

O Índice Bovespa voltou a realizar forte
fechando a sessão perdendo a sustentação
dada pela LTA de curto prazo. Com isso, vai
se aproximando de uma importante região de
suporte nos 65.460 pontos, que se for perdida
comprometerá de vez a tendência de alta de
curto prazo fazendo com que a tendência de
baixa de médio prazo volte a imperar sobre o
gráfico diário rumo aos 64.000. No campo
superior, temos importante resistências
intradiárias em 66.593 e 67.020, que podem
definir o quadro de repique para o dia com
destino aos 67.410 (forte), região onde começa
a afastar o perigo de novas precipitações na
venda.

terça-feira, 12 de abril de 2011

O Índice Bovespa voltou a realizar pela 2a
vez consecutiva perdendo o suporte (região
bipolar) nos 68.200 pontos fechando a sessão
enroscado nos 68.100 pontos. Tem espaço
para mais queda até os 67.500 sem
comprometer em nada a bela configuração de
alta. É possível acreditar que a zona
compreendida entre os 68.100 e 67.500 seja
importante para buscarmos novas operações
na compra visando uma retomada na
tendência de alta, cujos objetivos são 69.000,
quiçá os 70.000 e 71.190, na sequência. O
volume fraco de giro reafirma que o Ibovespa,
realiza as altas anteriores, mas sem
sinalização de reversão de tendência.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Petrobrás

O papel voltou a trabalhar abaixo do suporte nos 28,26 além de perder a LTA de curto prazo, iniciada dia 9/02.
O quadro não é dos melhores no papel e são maiores as chances de mais queda rumo aos 28,00, quiçá os 27,65,
antes do suporte mais forte nos 27,30. Bandas de bollinger começam a se abrir levemente depois de serem
pressionadas para baixo e a perda recente do topo duplo nos 28,25 intensifica o padrão. Aliviará a pressão
vendedora se voltar a trabalhar acima dos 28,42, onde deverá partir para mais uma tentativa de rompimento
dos 28,85. Stop nos 28,00.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

O Índice Bovespa vai completando seu 6º dia
consecutivo de alta e vai sinalizando
enfraquecimento do rally de alta depois de
fechar o dia com um spinning stop. É um
candle que dá um banho de água fria nos
compradores e pode formar um padrão de
topo, se testar e perder o suporte deixado nos
69.460, onde abre espaço para buscar os
69.000, quiçá os 68.500 sem comprometer em
absolutamente nada a bela configuração de
alta de curto prazo. No campo superior, as
projeções continuam sendo as mesmas nos
71.190, entretanto, há a necessidade de
rompimento dos 70.046 para anular o candle
deixado ontem. OBV segue nas máximas
mantendo o viés positivo.