quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Boka Passou

Agenda do investidor para esta quinta-feira
No Brasil a Fundação Getulio Vargas divulga o IGP-DI (Índice Geral de Preços ? Disponibilidade Interna), média ponderada dos índices IPA (60%), IPC (30%) e INCC (10%). Sai o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, mensalmente feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), contendo informações sobre previsão e acompanhamento das safras agrícolas. O Dieese publica o Índice do Custo de Vida de julho para os moradores do município de São Paulo. Nos Estados Unidos o Departamento do Trabalho divulga os Pedidos de Seguro-Desemprego semanal.
Bolha imobiliária na China volta ao noticiário
A Comissão Regulatória dos Bancos na China voltou a preparar os bancos chineses para mais um teste de estresse, dessa vez simulando uma queda de até 60% no valor de propriedades imobiliárias nos centros onde houve maior especulação. As informações não são oficiais, mas analistas acreditam que os bancos chineses não conseguiriam suportar uma queda maior do que 30% nos preços dos imóveis. Eles acreditam que o governo quer avaliar o pior cenário possível para tentar reverter a situação e deixar claro ao mercado que um problema existe mas estão se preparando. O governo chinês já havia tomado medidas para evitar a especulação imobiliária aumentando as taxas de juros de hipotecas e depósitos mínimos iniciais e a suspensão de empréstimos para compra de um terceiro imóvel. As medidas têm surtido efeito e resta ao mercado esperar que os bancos chineses dêem conta do recado

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

MP 497 ATUALIZA CONCEITO DE DAY TRADE

MP 497 ATUALIZA CONCEITO DE DAY TRADE

Brasília, 28 - A Medida Provisória 497 traz em seu artigo 21 uma atualização do conceito de Day Trade para efeito de tributação. A nova regra já vale a partir de hoje, uma vez que a MP já foi publicada no Diário Oficial. Pela nova regra, será considerado Day Trade - compra e venda do mesmo ativo, no mesmo dia - apenas operações realizadas em uma mesma corretora. Antes, o conceito se estendia a operações feitas no mesmo dia com ativos em corretoras diferentes.

Segundo o subsecretário de tributação da Receita Federal, Sandro Serpa, o objetivo é tornar a regra mais clara, diminuir a evasão no setor e facilitar a vida tanto do Fisco como das corretoras, diminuindo a incerteza jurídica envolvendo essas operações. Essa incerteza decorria do fato de que somente tempos depois, a partir de cruzamentos de dados, a Receita conseguia identificar as operações feitas em corretoras diferentes como Day Trade, efetuando então a tributação com as sanções devidas pelo não recolhimento do tributo na fonte e criando um risco para as corretoras, que só conhecem o que acontece em sua empresa não nas outras utilizadas pelos investidores.

Agora, só serão consideradas as operações dentro de uma mesma corretora. Se um investidor comprar um ativo em uma corretora e vender em outra, não será feita a cobrança de IR sobre Day Trade, mas sim a tributação normal sobre operações financeiras. "Vamos facilitar o entendimento para todos", afirmou o técnico da Receita. Embora tenha mencionado que a tributação de Day Trade é mais "gravosa" do que a normal, Serpa não informou as alíquotas incidentes nas duas modalidades de operação.
(Fabio Graner)

Boka Passou

Agenda do investidor para esta quarta-feira
Agenda cheia de indicadores de peso nos EUA. A Associação de Bancos de Hipoteca divulga os números de Pedidos de Hipoteca com referência semanal. A ADP divulga o nível de emprego privado (excluindo os rurais) de julho. O Instituto de Gerentes de Compras (ISM em inglês) divulga o ISM Services de julho, indicador que mede o nível de atividade da economia americana. Sai também o tradicional Estoque de Petróleo semanal, com as reservas norte-americanas da commodity.
Cenário é de continuação da tendência de alta afirmam analistas
Os mercados internacionais continuam as quedas vistas ontem, aguardando mais dados da economia norte-americana que serão divulgados hoje, num dia avaliado como de correção para os analistas, ou seja, uma pequena seqüência de quedas em meio uma tendência de alta. Os agentes do mercado esperam que os indicadores que saem nos EUA mostrem que o país continua se recuperando economicamente mesmo que em ritmo mais lento. Na Europa balanços corporativos com desempenho abaixo do esperado deixaram os investidores descontentes com as ações dos setores bancários e de varejo. De qualquer forma os analistas aguardavam esses dias de realização após uma seqüência de 11 dias de alta do Ibovespa. Segundo eles o cenário se mantém positivo para o mercado acionário brasileiro.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Boka Passou

Agenda do investidor para esta terça-feira
A agenda começa com a divulgação pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) do IPC (Índice de Preços ao Consumidor) de julho, índice que mede a variação de preços para o consumidor na cidade de São Paulo com base nos gastos de quem ganha de um a vinte salários mínimos. Teremos a divulgação da Pesquisa Industrial Mensal: Produção Física, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), relatório produzido desde a década de 70, com indicadores de curto prazo relativos ao comportamento da indústria extrativa e de transformação. Nos Estados Unidos o Departamento do Comércio publica os dados relativos aos Pedidos às Fábricas (bens duráveis e não duráveis), as Vendas Pendentes de Imóveis e a Renda e Gastos Pessoais de junho da população norte-americana.
CÂMBIO: Mesmo com Real em queda, Expectativa de Inversão vem Tomando Força
"Bolsa acima dos 67 mil, Real em níveis abaixo dos R$ 1,77 e Estados Unidos voltando a crescer. Tudo indo de vento em popa novamente..." Essa foi à expressão que ouvi de um palestrante neste último final de semana sobre a situação atual dos mercados. Porém, mesmo com toda essa euforia de crescimento será que é seguro voltar a se posicionar mais direcionalmente e pegar a "onda" dessa alta? De acordo alguns especialistas a resposta...

Ibovespa busca os 70.000 pontos afirmam analistas
Após vários pregões de altas na bolsa brasileira os analistas não temem alguma correção que possa vir no caminho. Eles estão confiantes de que o Ibovespa procura negociar perto dos 70.000 que é sua resistência mais próxima. Depois disso pode tentar buscar os 74.000 seu topo histórico. Entretanto os analistas afirmam que uma piora no cenário econômico chinês e sem uma clara resposta do governo local para estimular a economia pode colocar tudo a perder. No restante do mundo os resultados dos balanços corporativos têm mostrado força e é isso que tem sido repassado ao mercado. Os investidores estão voltando a ficar otimistas com a recuperação econômica mundial.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Produção industrial na China atinge ritmo mais lento em 17 meses

- A produção industrial continuou a desacelerar na China em julho, atingindo o ritmo mais lento em 17 meses, segundo dados divulgados neste domingo pelo governo chinês.
A agência de notícias oficial chinesa, Xinhua, informou que o índice que mede as compras dentro da atividade passou de 52,1 em junho para 51,2 em julho - um indicador acima de 50 representa expansão.
A última vez que o índice foi para baixo de 50 foi em fevereiro do ano passado, afirmou a Xinhua.
Os resultados correspondem com a iniciativa chinesa de resfriar a economia para evitar o superaquecimento e a possível formação de uma bolha no setor imobiliário.
Analistas dizem que a restrição do crédito para as empresas por parte do setor bancário está fazendo efeito.
Ao mesmo tempo, o governo tem reduzido as medidas de estímulo para projetos de construção civil e controlando o investimento em fábricas com alto consumo de energia e emissão de poluentes.
Os dados mais recentes sobre o crescimento chinês mostram que a economia se expandiu 10,3% no trimestre encerrado em junho.
Foi um crescimento menor que o de 11,9% alcançado no trimestre de janeiro a março, mas bastante acima dos 8% fixados como objetivo pelo governo.

BM&F Bovespa cortará em 50% o custo fixo das corretoras

A primeira redução que será aplicada pela BM&F Bovespa é de 30% e passa a valer a partir deste mês. A medida ajuda a compensar a alta dos gastos após abertura de capital das bolsas.

A grita das corretoras de valores e mercadorias, que fazem a intermediação dos negócios nos pregões da BM&F Bovespa, começou a fazer efeito. Está prestes a ser anunciada uma redução média de 30% nos custos fixos mensais pagos por elas à bolsa.

A mudança, prometida para começar a valer agora, em agosto, atende a um pleito que vem desde quando as então BM&F e Bovespa foram transformadas em empresas, abriram o capital e passaram a ter as próprias ações negociadas no mercado, em 2007.

Segundo a proposta, que será formalizada nos próximos dias, a redução deverá chegar a 50% a partir de janeiro de 2011.

"É uma forma de dar mais oxigênio para as corretoras", comemora o diretor-superintendente da Associação Nacional das Corretoras de Valores, Câmbio e Mercadorias (Ancor), Carlos Eduardo Lofrano.

"A bolsa reavaliou processos e verificou que havia condições de diminuir custos sem comprometer a qualidade de serviço."

A bolsa defende que foi a expansão da capacidade de processamento dos sistemas de negociação que permitiu baixar certas taxas, benefício que vai em linha com o objetivo de estimular a popularização do mercado de capitais via corretores.

Do outro lado, paira sobre as intermediadoras - especialmente as não ligadas a grupos financeiros - a sensação de que os custos embutidos na atividade tornam mais difícil a tarefa de fazer o negócio render.

Explica-se: até 2007, as bolsas eram espécies de associações de corretoras sem fins lucrativos. Toda a receita com as taxas de negociação cobradas dos investidores era revertida em prol delas próprias, que pagavam pouco ou eram isentas de custos por uma série de serviços.

"Eram taxas quase simbólicas, já que as bolsas eram das corretoras", lembra o diretor de operações da Souza Barros, Ricardo Pinto Nogueira.

Desde que viraram empresas, as bolsas - fundidas em 2008 - cortaram benefícios. "Foi preciso ajuste interno, mas mesmo assim os custos cresceram muito", destaca o executivo.

O que muda

Entre as mudanças a ser implementadas pela bolsa está a extinção da cobrança pelo chamado pacote tecnológico básico, que inclui uma estrutura mínima de envio e processamento de operações e acesso aos serviços de liquidação, entre outros.

Também vai cair, em um terço, o preço pago pelas corretoras pelo número de ofertas de clientes que enviam por minuto à bolsa.

Atualmente, uma instituição que contrate a faixa de até 120 ofertas por minuto, por exemplo, gasta R$ 5 mil por mês. Já as que precisam de mais "espaço" podem desembolsar até R$ 120 mil mensais.

Haverá, ainda, redução de 33% no valor das portas de acesso ao segmento Bovespa da bolsa, enquanto as portas para o segmento BM&F, até agora gratuitas, passarão a ser cobradas.

Também o fornecimento de cotações para o home broker, ou pessoa física, e o acesso ao Sinacor (sistema de gerenciamento para corretoras) ficarão mais baratos.

Em compensação, o preço por estação de acesso ao Mega Bolsa (sistema de negociação de ações) e ao GTS (sistema de derivativos) vai subir de R$ 200 para R$ 300. Trata-se das telas utilizadas pelos operadores das corretoras para enviar as ordens.

Procurada, a BM&FBovespa afirmou que não comentaria o assunto.

Alguns serviços terão desconto e outros sofrerão acréscimo

Pacote tecnológico

O custo do pacote tecnológico básico será reduzido em 100% - a ideia, claro, é extingui-lo. Ele contempla uma estrutura mínima de acesso a serviços da bolsa, como largura de banda ou custódia. A proposta da bolsa é de que cada serviço seja contratado separadamente.
Ofertas por minuto

Para dar conta da demanda dos clientes, as corretoras contratam faixas de envio de ofertas por minuto junto à bolsa. Esse custo varia de R$ 5 mil a R$ 120 mil por mês e deve sofrer redução de 33%. Corretoras que ultrapassam o limite das faixas contratadas são multadas pela bolsa.
Portas de acesso

O custo com portas de acesso ao segmento Bovespa será reduzido em um terço. Elas representam a ligação da corretora com o pregão - e há portas específicas para cada tipo de cliente (institucional ou home broker). As portas de acesso ao segmento BM&F começarão a ser cobradas.
Cotações

O preço do fornecimento das cotações de ações, em tempo real, para serem disponibilizadas nos sistemas de home broker das corretoras também deve cair 33%. É o que se chama de "market data home broker". As corretoras pagam por cliente conectado ao sistema.
Sinacor

O Sistema Integrado de Administração de Corretoras é um software de gestão com 15 módulos. Atualmente, a taxa de adesão aos módulos varia de R$ 951,50 a R$ 1.744 e as mensalidades, de R$ 158,50 a R$ 872. Estes custos deverão ser reduzidos em 33%.
Estações de sistema

O custo por estação dos sistemas Mega Bolsa (de negociação do segmento Bovespa) e GTS (de negociação do segmento BM&F) vai subir de R$ 200 para R$ 300. Estas estações são, na verdade, os computadores por meio dos quais os operadores das corretoras enviam as ordens.

Boka Passou

Agenda do investidor para esta segunda-feira
No Brasil a Fundação Getulio Vargas divulga o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor ? Semanal). O Banco Central divulga o Relatório Focus e o Ministério do Desenvolvimento apresenta a Balança Comercial da semana. Nos Estados Unidos o Departamento do Comércio divulga os Gastos com Construção em todos os níveis da economia: pública, privada, residencial e não residencial de junho. O Instituto de Gerentes de Compras (ISM) divulga o seu Índice ISM de julho, indicador que mede o nível de atividade da economia americana.
Segredos Gráficos da Maior Corretora do Mundo hoje às 21h00
Bolsas em forte alta: Resultados melhores que os esperados
As principais bolsas européias e futuros norte-americanos abrem o dia em forte alta. Os recentes e surpreendentes resultados corporativos dos bancos HSBC e BNP Paribas mostram aos investidores que a recuperação econômica continua a mostrar força. Mas não são só os bancos que mostram força e sim as companhias em geral tem apresentado resultados corporativos senão acima das expectativas, pelo menos além dos resultados dos trimestres anteriores. No entanto os investidores aguardam mais sinais da China, acreditando que o governo irá gradualmente retirar as políticas de refreamento da economia, após os últimos dados econômicos do país asiático mostrarem um contínuo declínio na atividade industrial.